Saberes sobre a Inteligência Artificial para a Formação Docente
DOI:
https://doi.org/10.70853/Palavras-chave:
Inteligência Artificial Generativa, Formação Docente, Tecnologia, PlataformizaçãoResumo
Este texto trata dos conhecimentos sobre a Inteligência Artificial necessários para a formação docente. Inicia com comentários sobre a Inteligência Artificial preditiva e explica o cenário disruptivo no campo educacional, com o advento da Inteligência Artificial Generativa (IAG). Frente a farta oferta de aplicativos da IAG os professores se subdividem entre uma postura de resistência à sua adoção e uma atitude investigativa para incorporar as novidades à prática docente. Entretanto os educadores precisam ir além do consumo reducionista e eficiente dos aparatos tecnológicos, pois devem avançar no entendimento do contexto da cultura digital. Precisam exercer a docência como um trabalho intelectual para assumirem papéis críticos frente ao uso da tecnologia. Para tanto é preciso acompanhar os debates sobre aspectos inovadores e éticos dos avanços tecnológicos para ampliar sua compreensão sobre os impactos do novo paradigma e as profundas transformações sociais, econômicas que desafiam a sobrevivência humana. Além das questões éticas precisam estar envolvidos nos debates sobre as diretrizes, as regulamentações, as legislações e a governança da IA. Os educadores não podem ficar alijados dos processos decisórios sobre as políticas públicas e para tanto devem assumir um ativismo crítico. O texto traz elementos para refletir sobre a atua
Este texto trata dos conhecimentos sobre a Inteligência Artificial necessários para a formação docente. Inicia com comentários sobre a Inteligência Artificial preditiva e explica o cenário disruptivo no campo educacional, com o advento da Inteligência Artificial Generativa (IAG). Frente a farta oferta de aplicativos da IAG os professores se subdividem entre uma postura de resistência à sua adoção e uma atitude investigativa para incorporar as novidades à prática docente. Entretanto os educadores precisam ir além do consumo reducionista e eficiente dos aparatos tecnológicos, pois devem avançar no entendimento do contexto da cultura digital. Precisam exercer a docência como um trabalho intelectual para assumirem papéis críticos frente ao uso da tecnologia. Para tanto é preciso acompanhar os debates sobre aspectos inovadores e éticos dos avanços tecnológicos para ampliar sua compreensão sobre os impactos do novo paradigma e as profundas transformações sociais, econômicas que desafiam a sobrevivência humana. Além das questões éticas precisam estar envolvidos nos debates sobre as diretrizes, as regulamentações, as legislações e a governança da IA. Os educadores não podem ficar alijados dos processos decisórios sobre as políticas públicas e para tanto devem assumir um ativismo crítico. O texto traz elementos para refletir sobre a atual era da economia de dados e da plataformização. Apresenta também alguns materiais básicos regulatórios, divulgados por agências internacionais e órgãos governamentais, como proposta para fundamentar o início de um debate com os educadores. Essas considerações têm por objetivo final a defesa de uma formação permanente por meio de um movimento dialógico dos canais entre o pensar e o fazer educação. Por fim reflete sobre a necessidade da criação de uma consciência antropológica, na qual o ser humano seja reconhecido como parte da teia da vida e do ecossistema global.
l era da economia de dados e da plataformização. Apresenta também alguns materiais básicos regulatórios, divulgados por agências internacionais e órgãos governamentais, como proposta para fundamentar o início de um debate com os educadores. Essas considerações têm por objetivo final a defesa de uma formação permanente por meio de um movimento dialógico dos canais entre o pensar e o fazer educação. Por fim reflete sobre a necessidade da criação de uma consciência antropológica, na qual o ser humano seja reconhecido como parte da teia da vida e do ecossistema global.