Fraternidade Complexa:Fronteira da Teologia Católica e da Complexidade de Morin

Autores

DOI:

https://doi.org/10.70853/

Palavras-chave:

Fraternidade, Teologia, Edgar Morin, Complexidade

Resumo

O presente artigo ensaia uma reflexão entre a teologia católica, presentificada no magistério ordinário do Papa Francisco, e a complexidade de Edgar Morin considerando a temática da fraternidade como fronteira epistemológica, uma vez que ocupa espaço de aprofundamento em ambos os horizontes científicos consolidados na academia; para isto, apresenta os resultados da pesquisa bibliográfica desenvolvida entre 2022 e 2025, e já concluída e defendida sob a forma de tese de doutoramento, depositada pelo autor em 2025 à PUC-SP, na qual reflete a fraternidade universal proposta pelo Papa como um conceito capaz de dialogar com a complexidade, com vistas a tão desejada religação de saberes de Morin. O mundo pós-pandêmico vê a necessidade de colaboração mútua como indispensável para o progresso e sustentabilidade. Tal colaboração, radicada na realização histórica, não se compreende possível senão por um processo de humanização (hominização) que partindo da igualdade fundamental que torna todos e todas, irmãos e irmãs entre si, muito bem situados no ambiente natural e cultural que os abriga e sobre o qual interagem em contante processo de metamorfose. Após a definição dos horizontes epistemológicos da teologia e da complexidade, desenvolve-se o conceito de fraternidade em ambas, compreendendo aproximações e limites.

Biografia do Autor

  • Rodolfo Gasparini Morbiolo

    Doutor em Teologia (PUC-SP, 2025)

    Instituto de Teologia “São João Paulo II” (Sorocaba/SP

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Publicado

2026-10-27